02 março 2012

SELF INJURY AWARENESS DAY

Oi people.
Hoje vim falar de um assunto que n]ão tem NADA A VER COM O BLOG, mas é algo muito importante pra mim e que faço questão de compartilhar com vocês.
Inclusive vou cirar um tag nova para colocar algumas coisas aqui, então vejam em NOTA IMPORTANTE, avisos e etc.
Ontem foi o SELF INJURY AWARENESS DAY ( dia da conscientização da "auto-lesão" ).

Muitas pessoas não sabem o quanto isso é dificil, ou o quanto isso atrapalha a vida das pessoas que sofrem dessa doença. Pra quem não conhece, o CUTTING é uma obsessão por se cortar, uma doença mesmo. Há várias maneiras de se lesar, não necessariamente se cortando, mas se queimando, se arranhando... Só queiro que vocês saibam que isso não é coisa de gente louca, gente besta, idiota e todos esses pré-conceitos que a maioria das pessoas tem.
Isso te deixa presa(o), te deixa marcada e mal, muito mal. Então só hoje, TENHAM CONSCIÊNCIA, porque NINGUÉM sabe o que se passa no terreno do vizinho, então não julguem, não critiquem.

Na maioria das vezes esse comportamento está diretamente ligado à depressão, ansiedade, problemas familiares e baixa auto-estima. Para a psicóloga Juliana Paganelli, é sempre necessário o acompanhamento de um especialista para esses casos, pois se as mutilações forem graves e estiverem acompanhadas de muita impulsividade, agressões verbais, dificuldades de concentração e irritabilidade, o caso pode estar associado a um transtorno de personalidade denominado Boderline que é caracterizado por instabilidade constante de humor e o “cutting” (ato de se cortar) é apenas um dos sintomas desse transtorno. [fonte: IG]
IMAGEM REAL, DE CORTES REAIS:


O assunto já foi tratado no cinema, e o o portal do  IG disponibilizou uma listinha, caso vocês queiram saber mais:

• “Garota Interrompida”, de James Mangold (1999);


• “Aos Treze”, de Catherine Hardwicke (2003).

• “Gritos e sussurros”, de Ingmar Bergmam (1972);
• “Geração Prozac”, de Erik Skjoldbajaerg (2001);
• “A Professora de Piano”, de Michael Haneke (2001);
• “Secretária”, de Steven Shainberg (2002);


“What doesn’t kill you makes you stronger” - Kelly Clarkson.

“O que não mata te faz mais forte”